Branco ou negro, gay ou hétero? Tanto faz se você é Isaura ou Zumbi, somos todos escravos.

Fonte: Almir Tosta (http://almirtosta2012.blogspot.com.br/p/livros-ineditos.html)

Somos escravos de uma sociedade dualista, hipócrita e oportunista. Um Brasil que olha para questões sociais, raciais e econômicas pelo viés populista. Movimentos populares da esquerda, estão se lixando para negros, gays e favelados (sim, se a Folha pode fazer uma manchete com negro e gay no título, também posso) . Na verdade, querem é a perpetuação das brigas de classe e o acirramento racial, pois sem isso, seca sua fonte de energia. 

O PT, Psol e PC do B há anos se alimentam dessa díade, colocando grupos uns contra os outros, criando discursos políticos racistas (sim, não há nada mais racista que uma política de cotas) que na prática não trazem benefício algum para aqueles grupos que eles pretensamente julgam defender. 

Acabar com o preconceito racial e de gênero só tem um caminho, que é oposto ao praticado. 
 
Ao invés de de criarmos divisões sociais, seja no discurso ou nas “políticas afirmativas”, deveríamos criar união, tratando todos como pessoas iguais, independente da cor ou preferência sexual. 

Ao Estado não cabe alimentar cisões e privilegiar grupos, mas sim, promover igualdade de condições. Dar oportunidades iguais. 

Ao invés de se gastar milhões e milhões no ensino superior e pagar bolsas milionárias a quem não precisa, a União deveria aplicar esse dinheiro em ensino básico e fundamental, para termos pessoas capazes de escolher seus caminhos e construir sua própria história, a partir das suas ideias e seus pensamentos. 

Porém, hoje estamos escravisados, acorrentados em um discursos preconceituoso que vem sendo pregado há anos, e não conseguimos nos liberar, pois os grilhões morais da esquerda são fortes demais. 

Se você tenta romper com o status atual, uma chibatada de moral duvidosa cobre seu lombo de chagas, deixando a marca de “fascista”, “neoliberal”, “coxinha” e outras palavras que a esquerda ama usar para classificar quem não pensa da mesma maneira. 

Porém, a alforria está próxima. Exemplos como Dória e Marchezan, nos mostram que há uma válvula de escape, uma luz nessa escuridão estatizante e retrógrada. Há uma parcela da sociedade que já conseguem ver que a iniciativa privada, a liberdade e os direitos individuais constroem mais que a retórica e a dependência estatal, promovida pela esquerda brasileira. 


Em 2018, espero que o Brasil rompa de vez com esses grilhões que nos aprisionam e nos impedem de crescer, investir e empreender. Que liberte a voz individual de cada um, que um negro não tenha mais espaço que o branco, assim como o branco não terá espaço diferente do negro. Seja gay, heterossexual, pan, bi ou o que for, que seja apenas mais um brasileiro, não uma fonte de discurso e manobra política. Apenas um homem livre, como qualquer outro, que quer viver a sua vida e produzir o seu sustento em paz e com as suas escolhas.  

José Henrique Westphalen
Cientista Político e Mestre em Comunicação

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