Violência, coação e manipulação. Minha esposa foi agredida pela face totalitária do esquerda no Rio Grande do Sul.

Coação e repressão são os métodos mais comuns da esquerda totalitária do RS. A violência se torna um prática frente a intolerância e a falta de argumentos lógicos e a mínima capacidade de empatia das esquerdas.


Poderia enumerar outras tantas práticas, como o agendamento de pautas e uso políticos de entidades e veículos. Porém, deixaria de ser um texto, para se tornar um tratado de psiquiatria aplicada.

3 fatos recentes comprovam a absoluta razão da minha afirmação:

1)   Coação: minha esposa, por “curtir” a página do Facebook do MBL foi coagida, por mensagem inbox no Facebook por uma militante de esquerda. Vejam as imagens abaixo.


2)   Violência: o site Mamãe Falei que costuma mostrar as incoerências dos movimentos de esquerda. Dessa vez, Arthur do Val foi agredido, verbal e fisicamente em Porto Alegre, por manifestantes a favor da exposição do Santander Cultural
3)   Manipulação: o jornal El País saiu em defesa, falando sobre a “assombrosa intolerância”, seguido por uma cobertura excessiva da Zero Hora, através das redes sociais e de seus colunistas defendendo e manipulando as informações sobre os acontecimentos. Em 24 horas, na página do Facebook de ZH, mais de 10% das publicações, sobre todas as pautas existentes do mundo, foram sobre a Queermuseu. A própria Veja, antes odiada pela esquerda, fez matérias com viés contrário ao MBL.

Esses três fatos deixam explicito que a esquerda do Rio Grande do Sul, e do Brasil, perdeu completamente o pudor e a vergonha. Não mais procuram disfarçar suas intenções e serem discretos em suas posições políticas.

Exemplo clássico é a despudorada e manipulada fantasia da Globo, “Os dias eram assim”. No grand finale da novela, haverá protestos contra o presidente Temer e pedidos de Diretas Já! É muita pouco vergonha.



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