As mentiras que Lulla, o PT e toda sua gangue usam para golpear o país.

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Mentiras, manipulação, ocupação dos meios de comunicação, invasões por meio de movimentos sociais”, violência e pressão sob as instituições são apenas algumas das estratégias utilizadas pelo PT e suas gangues para o histórico 24 de janeiro de 2018.

Lulla será julgado em segunda instância, no primeiro dos 7 processos que existem contra ele, desses, em 6 o senhor Luis Inácio já é réu.
Parte da imprensa esquerdista, retratada aqui no sul, na figura cadavérica de Juremir Machado, afirma que a população brasileira quer condenar sem provas "o retirante, barbudo, intruso e semianalfabeto", endossando o coro da esquerdalha em promover uma luta de classes, uma guerra ideológica (e quase civil, pelas palavras da presidente do PT, Gleise Hoffmann) para recontar a história e fazer valer a sua versão do caso, de perseguição política, de que as elites não querem que o "pai dos pobres" volte ao poder. Tudo isso habilmente embalado em uma campanha para desacreditar Sérgio Moro e o judiciário.
O incrível, é que as palavras de ordem: ”eleição sem Lula é fraude, condenação sem provas” etc, são vazias, midiáticas, mas em nenhum momento se viu uma defesa cabal e categórica sobre a inocência do condenado. Nem seus advogados falam em inocência, todos manipulam e mentem para desacreditar as instituições.

Janio de Freitas, da Folha de São Paulo, escreveu dia 21/1, um artigo "absolvendo" Lulla. No texto, o membro do conselho editorial do jornal escreve em defesa do ex-presidente, no caso do Triplex, o seguinte:

"O prédio, paulista com sorte de ser à beira-mar, por isso mesmo foi vetado por Lula, que pressentiu o assédio a perturbá-lo na praia."

Uau! Como ninguém percebeu antes, essa derradeira argumentação de inocência, e mais, de total falta de bom senso da falecida Mariza, que era uma atrapalhada, pois como ela não pensou na privacidade do casal à beira-mar?

Janio, com toda maledicência, buscando jogar uma cortina de fumaça na opinião pública, larga a seguinte frase:

"Se a OAS comprava, e pagava com o apartamento, a intervenção de Lula para obter contratos na Petrobras, por que precisaria gastar tantos milhões em suborno de dirigentes da Petrobras, para obter os contratos?"

Mentes menos avisadas podem ficar perturbadas com essa afirmação. Afinal, se está pagando ao grande líder, por qual razão vai pagar para tantos outros? Eis a lógica cartesiana petista e imoral:

Lula é o presidente, o presidente manda na Petrobrás, logo, se eu mandar no presidente, eu mando na Petrobras. Simples.

Mas não é assim que a banda toca. Lulla não estava em busca apenas de recursos para ele, ele estava em busca de recursos para ele, para a família e para um projeto de perpetuação do PT no poder. Um projeto caro, que envolvia a compra de parlamentares, partidos, meios de comunicação, artistas, sindicatos, juristas, professores, pesquisadores etc.

Lulla queria um projeto de poder absoluto, e para isso ele precisava de muito dinheiro. O Triplex, é apenas uma ínfima parte do todo. O Triplex é apenas um dos 7 processos contra Lulla. É apenas uma centelha do enorme incêndio que a Lava Jato provocou, onde os maiores lideres da história do PT já estão ou estiveram na cadeia.

Para finalizar, o jornalista fecha seu texto com chave de ouro, endossando a tese do golpe judiciário:

"Se vale como sugestão complementar da lisura dos procedimentos judiciários até aqui, pode-se lembrar que o julgamento de quarta passou por cima de ao menos outros sete à sua frente na fila. Apressá-lo tem uma só utilidade: ajuda a conclusão dos demais passos do processo antes da validação final de candidaturas às próximas eleições."

Segundo o presidente do TRF4, desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores, afirmou aos advogados de Lulla, em 2017, a Corte realizou o julgamento de "1.326 apelações criminais com data de distribuição não superior a 150 dias".

O recurso de Lulla está sendo julgado 96 dias após sua condenação.

Somente esse fato já coloca em xeque o argumento do jornalista e de toda petralhada, contudo, há de se observar outras questões:

  1. Cerveró e Pedro Corrêa, por exemplo, levaram muito mais tempo, contudo, eles estavam presos. Não tiveram o benefício de recorrer em liberdade.
  2. Lulla é candidato a presidência do país. É de fundamental importância resolver esse caso o quanto antes, para não criar problemas institucionais que levem o país novamente a uma crise, e essa, sem precedentes.

Essa mobilização, o uso de todo aparato midiático, sindicatos, artistas, movimentos sociais e líderes políticos mais do que corrobora a tese de que a real intenção do PT e suas gangues é a volta ao poder, a tomada do Planalto a qualquer custo, para dar continuidade a sua caminhada rumo a um socialismo totalitário, sem oposição, com todos os meios de comunicação, judiciário, mercado financeiro e as indústrias aos seus pés, louvando o imperador Lulla. 

Para finalizar, aos companheiros que repetem a tese da condenação sem provas, segue abaixo a lista dos pressupostos para a condenação: 

  1. Documento Rasurado: perícia comprovou que o apartamento adquirido era o de número 174, que viria a se tornar um Triplex. A rasura foi para modificar para o 141, um apto básico.
  2. A PF apreendeu no apto aonde o casal morava um termo de adesão e compromisso da unidade 174.
  3. Em 2009 a OAS pegou da Bancoop o imóvel. Os cooperados tinham 30 dias para decidir se ficavam ou não. O casal nunca comunicou e deixou de pagar. Só em 2016 foram tomar providências, quando já havia as investigações em curso.
  4. O TRIPLEX nunca foi vendido. Sempre foi tratado como "reservado". De acordo com documentos da OAS. O imóvel 141, esse sim foi vendido a outra pessoa.
  5. 11 de março de 2010 O Globo publicou uma reportagem que confirmava que Lula era dono do imóvel. Antes das investigações da Lava Jato.
  6. 2014 a OAS fez reformas no valor de 1.1 milhão no TRIPLEX, foi o único imóvel a sofrer intervenção, como elevador privativo, ampliação do deck da piscina, por exemplo.
  7. SMS entre executivos da OAS falando sobre as obras do prédio e do sítio de Atibaia.   
  8. Foto de Lula com Leo Pinheiro no TRIPLEX, divulgada no JN, em 2016. Nunca houve contestação do ex-presidente. Lula afirma que visitou porque Leo Pinheiro estava querendo vender o apto. (o dono de uma das maiores empreiteiras do país intermediando imóvel no Guarujá).


José Westphalen.   

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