PL do veneno: mais uma vez a esquerda faz você de palhaço.


A esquerda é pródiga em criar versões e vender fatos de acordo com a sua visão ideológica. Com o PL 6299/02, não está sendo diferente, e pior, você mais uma vez está acreditando na farsa esquerdista. 

Para começo de conversa, vamos ver as entidades que lideram e financiam as manifestações e protestos contra o PL:

  • MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra
  • Via Campesina
  • REGA – Rede de Grupos de Agroecologia do Brasil
  • RECID – Rede de Educação Cidadã
  • RADV – Rede de Alerta Contra o Deserto Verde
  • PJR – Pastoral da Juventude Rural
  • LPJ – Levante Popular da Juventude
  • CIMI – Conselho Indigenista Missionário
  • FBES – Fórum Brasileiro de Economia Solidária
etc

Só por esses grupelhos que estão a frente do levante, você que acreditou nessa falácia, já deve se sentir constrangido. Mas vamos adiante. 

Sabe em qual governo, por decreto presidencial, as regras para os produtos agrícolas ficaram mais restritivas e sujeitas a patrulha ideológica? No governo Lula. 

Lula, por decreto (Decreto 4.074, de 4 de janeiro de 2002), enquanto você se recuperava da ressaca de ano novo e o produtor estava trabalhando para aumentar a produção de soja, o presidente-presidiário colocou os órgão de saúde e meio-ambiente como competentes e com poder de veto aos produtos agrícolas. Ou seja, aumentou a burocracia, diminuiu a competitividade e deu margem para avaliações ideológicas.

Deputados e Senadores petistas e psolistas, argumentam que o Brasil é o país que consome o maior volume de agrotóxicos do mundo, mas não citam que o país possui as maiores áreas cultivadas do mundo. O japão, por exemplo, símbolo de longevidade, utiliza 8 vezes mais defensivos agrícolas que o Brasil. 

Segundo a FAO, o Brasil está em sétimo lugar no ranking de emprego de defensivos agrícolas, ficando atrás de países como Japão, Alemanha, França, Itália e Reino Unido.

O substitutivo do PL 6299/02 vai possibilitar que produtos mais eficientes e modernos sejam utilizados em nossas lavouras, diminuindo o uso e aplicações de defensivos. Mas celebridades e globais, que nunca plantaram uma rúcula, espalham Fake News a serviço do globalismo, que no fundo, desejam diminuir a competitividade do produto brasileiro.

Preste atenção: alface não é soja! 

As áreas de orgânicos, da agricultura familiar, continuarão sendo o que são: agricultura familiar e de consumo! O PL em nada afeta essas famílias e segmentos agrícolas. Ele vai sim, melhorar a qualidade e a competitividade do setor agrícola nacional.

Segundo interlocutores da frente ruralista, “todos os parâmetros internacionais de avaliação de riscos aceitáveis para a saúde humana, animal e para o meio ambiente serão mantidos”.

Além disso, há uma critica séria em relação a demora na emissão de registros de produtos: “Hoje, demora-se de 8 a 10 anos para aprovar o registro de um novo produto. Muitas vezes, quando o produto é autorizado, já está defasado. Em países como EUA e Austrália, por exemplo, o prazo médio de registro é de três anos. A demora no registro de novos defensivos agrícolas no Brasil é um dos principais gargalos da legislação”.

Não cair na Fake News é fácil, se o Caetano e outros globais disserem que é ruim, pode saber que é bom para o país.

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