No socialismo de palco, ninguém solta a mão de ninguém!



Na premiação da Rede Globo, dos melhores do ano, discursos políticos e ideológicos foram mais exaltados que a qualidade (duvidosa) dos premiados. 

Uma das frases mais usadas foi o famigerado bordão “ninguém solta a mão de ninguém”, que o PT, MTST e outros braços armados do esquerdismo, com apoio de artistas globais, lançaram após as eleições de Jair Bolsonaro. 

No domingo (9/12), o Twitter teve centenas de “hashtags” com o bordão propagado pela rede. Complementando o espetáculo dos socialistas de palco, o jornal Zero Hora do dia 11 de dezembro, trás um editorial assinado pelo Thiago Pirajira, integrante do movimento carnavalesco e diretor artístico do grupo Pretagô. 

No artigo, é construída uma narrativa em que as populações negras e pobres, por conseguinte, suas culturas, sofrem processos de silenciamento e "apagamento". Toda essa ode ao racismo, perseguição etc é por conta da prefeitura de Porto Alegre não patrocinar o Carnaval na capital gaúcha. Como se o município fosse o responsável pela preservação história e cultural do movimento negro, através do uso de dinheiro público para patrocinar festas e orgias carnavalescas. 

Protegido pelo discurso de raça, vitimismo e perseguição histórica, o estudante de mestrado em educação na UFRGS “tascou” um “ninguém solta a mão de ninguém”. 

Interessante que essa unida turminha sequer lançou um olhar, mesmo que raso, para as contas públicas, para a situação caótica que a infraestrutura da capital se encontra antes de sair escrevendo textão. 

Todo esse pessoal que andam de mãos dadas, olham apenas para o seu umbigo e não dão a mínima para assuntos que fogem o seu interesse e ego, ignoram completamente um ecosistema político inteiro que é influenciado diretamente pelas ações do poder público. 

Ainda bem que para esse comportamento psicótico das esquerdas, há explicação científica, portanto, uma cura. 

Dr. Lyle H. Rossiter, que é médico psiquiatra, no livro, a “Mente Esquerdista: as causas psicológicas da loucura política”, em determinada parte do livro pontua: 

“... Estado é uma fonte da qual se satisfaz os anseios do povo por formas diversas de cuidado paternal.  Como resposta ao convite dos políticos esquerdistas, as pessoas agora pedem a intervenção do governo em todos os principais setores da vida: creches, educação pública escolar e pré-escolar, educação sexual […] compensação por deficiências pessoais, segurança da aposentadoria etc.”

A agenda da esquerda, com suas políticas estatistas de bem-estar, relativismo moral e regulação invasiva, enfraquecem os fundamentos da liberdade e cooperação. A agenda esquerdista cria uma sociedade irracional e infantilizada, que depende dos cuidados do governo em todas as esferas da sua vida. 

Ao segmentar a sociedade em classes e grupos, a esquerda despersonaliza e desumaniza o indivíduo, tratando como meras coisas a serem manipuladas. 

A elite esquerdista se comporta como uma Gestapo totalitária, onde a ordem social não é cooperação, mas sim coerção. 

As leis de ação afirmativas esquerdista influenciam nas decisões de contratação em empresas privadas, nas políticas de admissões das faculdades, órgãos públicos e na política. O multiculturalismo tipifica a intrusão da agenda esquerdista nas arenas sociais.    

Se esses artistas, movimentos sociais, “mimizentos” de ativismo político, exaltassem a liberdade, a individualidade das pessoas e sua autoafirmação, certamente teríamos uma sociedade livre, baseada em valores morais e de cooperação, não precisando do Estado para tutelar as relações pessoais, limitando e submetendo a sociedade ao seu poder. 


Contudo, tais segmentos não querem a independência individual, querem viver na barra da saia do estado, em suas ilusões socialistas, na qual a responsabilidade por toda ordem social está na Estado, enquanto eles vivem em seus castelos com segurança privada e tours pela América do Norte e Europa.  

Comentários