Revista Exame: deboche e preconceito são as novas armas do jornalismo engajado.

Há tempos que observo a mídia tradicional cada vez mais engajada politicamente e totalmente sem vergonha ao demonstrar sua preferências políticas. Os meios de comunicação no Brasil são isentos apenas no papel, pois na prática, é claro e nítido a todos o viés nas manchetes e coberturas jornalísticas. 

Contudo, a Revista Exame, que já foi uma publicação conceituadíssima, embarcou nessa jornada sem volta ao ridículo, inaugurando uma nova fase em sua já débil qualidade: o jornalismo debochado em engajado, no qual não basta apenas ser de esquerda e contra o presidente eleito Jair Bolsonaro, é preciso ridicularizar. 

Fiz um recorte rápido, somente das últimas 15 horas da página do veículo, para atestar minha afirmação, observe as headlines e os comentários em cada postagem: 









Esse tom debochado, de completo desrespeito, não apenas com a autoridade, mas desrespeito com o leitor e com a informação, exemplifica e comprova que o jornalismo brasileiro chegou ao fundo do poço! 

Não existe mais a preocupação em trazer a informação, não existe mais a preocupação com os fatos, de forma isenta, e pior, não existe mais nem estratégias digitais de "clickbait", pois não são títulos construídos para chamar atenção e gerar cliques na matérias, são títulos e comentários preconceituosos. 

A esquerda brasileira está batendo cabeça, está em parafuso. Dentro da sua cegueira ideológica, editores, jornalistas e até os estagiários não se deram conta que os maiores prejudicados são eles. 

Esse tipo de construção jornalística apenas relega os profissionais ao campo da militância engajada, ao campo do jornalismo de boteco e, ainda por cima, destrói a reputação do veículo, afastando patrocinadores, causando problemas de caixa e, consequentemente, demissões. 

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