A verdade triunfou na ONU.

Foto: Poder 360

Um discurso histórico, patriótico e repleto de verdades inconvenientes aos olhos da esquerda globalistas na ONU. Parafraseando um ex-presidente e atual presidiário,“nunca antes na história desse país” um orador, no palco principal das Nações Unidas ousou proferir em tom crítico temas como: ditadura cubana, socialismo, escravidão com anuência da ONU, manipulação da mídia, espírito colonialista, corrupção generalizada e Foro de São Paulo.

Indo de encontro ao mainstrean globalista, do estamento da ONU, repleto de governantes que foram rechaçados pelos seus eleitores, como a socialista Bachelet, que entregou o governo com baixíssima aprovação para a coalisão de direita no Chile, Bolsonaro ergueu o bastão da direita e teve a coragem de apontar os erros da esquerda.

Ao relatar a fraude que foi o “Mais Médicos”, programa que enviava US$ 300 milhões todos os anos para Havana escravizar seu povo, com anuência da ONU e órgãos de direitos humanos, que compactuaram com a supressão da liberdade de ir e vir, a impossibilidade de estar com a família e o assalto de 75% do salário, o presidente arrancou resmungos e olhares constrangidos da plateia.

Macron não teve coragem de assistir Bolsonaro, deveria. O Presidente desmistificou as falácias da mídia internacional, desmascarou os interesses econômicos em cima da Amazônia, levando uma índia, apoiada por mais de 50 tribos, defendendo as políticas do governo sobre a população indígena (o qual leu uma carta referendada por estas tribos).  Convidou os líderes mundiais  a conhecerem pessoalmente nossas riquezas e os mais de 60% de área preservada e seus 8% de área agriculturável, irrisórios, frente aos 50% de território utilizados na agricultura por França e Alemanha, arautos do meio ambiente dentro das Nações Unidas.  

Pela primeira vez na ONU, um latino-americano ousou nominar as coisas como são: Cuba e Venezuela são ditaduras socialistas; O Foro de São Paulo é uma organização de esquerda, criada por Lula, Fidel e Chaves para dominar politicamente a América Latina; Terrorista não é preso político, Battisti e outros bandidos paraguaios e chilenos que viviam livremente no Brasil como “refugiados políticos” foram devolvidos à justiça dos seus países.

Uma das verdades mais inconvenientes ditas, é a mais óbvia: Lula é corrupto e está preso por isso. Fugindo do seu estilo, Bolsonaro foi polido ao observar:  “Há pouco, presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas de bilhões de dólares comprando parte da mídia e do parlamento, tudo por um projeto de poder absoluto.” Lembrou, para constrangimento de muitos presentes, que recursos nacionais foram transferidos para outros países, com o objetivo de perpetuação da esquerda no poder.

Macron, Merkel, Bachelet e as hordas socialistas no Brasil, tanto nos partidos quanto na extrema-imprensa detestaram o discurso do presidente. E esse é um dos maiores elogios que Bolsonaro pode receber, a oposição ideológica dos socialistas caviar.  O presidente elevou o país, defendeu sua soberania, enalteceu nossas virtudes e escancarou as verdades sobre a Amazônia, corrupção, criminalidade, aparelhamento ideológico entre outros temas.

O mundo estava intoxicado pelo viés socialista sobre o Brasil. Nós, brasileiros somos vítimas de uma campanha destrutiva, de ataques coordenados à imagem do país. Petistas, psolistas, comunistas, globalistas seguidores do Soros propagam mentiras sujas e depreciativas sobre o Brasil e o governo Bolsonaro.

Nosso presidente levou verdades para a ONU, foi cirúrgico, aproveitou que as maiores nações do mundo estavam reunidas, que os holofotes e a atenção estavam voltadas ao seu discurso para quebrar a narrativa esquerdista, trazer dados e fatos que compravam que o Brasil mudou, que a nação está renascendo das cinzas da corrupção para a formação de um país ético, com respeito aos valores e liberdades.

Se a verdade nos libertará, Bolsonaro libertou o mundo do antolho socialista que o impedia de ver a realidade sobre o  Brasil. Hoje vivemos um momento em que cada um de nós se sente mais brasileiro, mais orgulhoso do novo Brasil que está surgindo.



José Henrique Westphalen

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